Laura aqui : A Flávia é aquela pessoa que no começo parece timida, mais depois que pega intimidade, se solta completamente.. bom ela é aquela em quem eu confio, é aquela pra quem eu conto T-U-D-O que acontece comigo, e ela sempre me ajuda quando eu estou indecisa, ela também me entende como se ela fosse eu mesma, enfim .. eu amo ela s2'
"Eu fiz tanta coisa por você. Não, eu não estou te cobrando nada de demais, só queria que você percebesse que meu amor por ti não é pequeno, ele é tão grande que já quase não cabe mais no meu peito. Quantas vezes eu vi que estava chorando por você, por saber que você esta com outra pessoa, que com certeza não te ama como eu te amo, porque até hoje não encontrei amor maior, mais grande. Eu achava que não existia essa história de amar alguém pra sempre, ou por muito tempo, mas eu te conheci e percebi que isso existe. Já tentei te esquecer, mas é impossivel, quanto mais eu tento te esquecer, mais eu lembro de seu sorriso, suas brincadeira, suas bobeiras, sinceramente, você é um menino que tem seu boné virado, skate na mão, girias, piadas sem graça, beijo com pegada mas também é um homem que tem sorriso bobo, aquele abraço apertado, aquele consolo, aquele olhar sincero, aquela conversa legal, a mão no rosto, aquele selinho ingenuo. Sei que ninguém é perfeito, mas você é, pra mim é."
"Sou carente, preciso do teu beijo e do teu abraço quente. Estou perdido, preciso do teu amor, do teu sorriso. A solidão mata a gente, ainda mais eu que ando tão carente."
"À propósito, te agradeço. Não por ter me magoado e ido embora como se nada tivesse acontecido, mas por ter me ensinado a ser mais forte. E menos tola."
"De vez em quando me sinto com vontade de chorar. E isso acontece até sem motivo. O pior é quando estou no meio da rua e sinto aquele típico nó na garganta e os olhos se enchendo de lágrimas de repente, sem motivo algum. Sabe aquela desesperança que dá na gente, meio do nada? Bom, acho que é isso. Nessas horas, controlo o choro, engulo o nó na garganta, se é que entende o que quero dizer, e olho para as nuvens. As nuvens de repente me sorriem! Juro que sim. Elas têm formas e penso que talvez sejam feitas de algodão. Quero tocá-las, segurá-las em minhas mãos. Mas não preciso. Só de olhar para elas, me sinto mais feliz! E o céu, então? Gosto quando ele está bem azul assim, como no fim da tarde de hoje, e o sol é suportável. Quando o calor não incomoda, mas faz cócegas na pele. Quando posso andar na areia e sentir o vento no rosto, ouvindo o barulho do mar e tomando uma água de coco. Nessas horas nem sinto mais nada de ruim. Me sinto revigorada. E pelo resto do dia, posso enfrentar tudo. Posso sorrir quando me maltratarem. Posso estar sozinha, mas estar rindo no celular com a minha amiga e olhando o menino bonito que acabou de ficar para trás, e que de vez em quando vejo pela praia, sozinho, esperando no ponto de ônibus. Ah, um dia falo com ele, juro! Nem que seja na minha imaginação. No dia seguinte, chego na escola. O céu sorri para mim, de novo. As nuvens falam comigo,mas só eu escuto. Então olho para o céu e tenho vontade de gritar “que dia lindo!” Lembro dos meus amigos e peço para que Deus os proteja. E grito, sim. Para mim mesma. E então tudo fica bonito e eu sigo em frente. Sigo em frente, porque tenho sorte. Só por conseguir - e poder - enxergar tudo isso."
"Não é apenas um silêncio, não é apenas um drama, não é apenas um choro, não é apenas um sumiço… É um cansaço, é uma desistência, é um pedido de ajuda não atendido, é saber que alguém não sentiu sua falta, é uma decepção, é não achar a pessoa no momento certo. Então, não me pergunte por que eu me afastei, pois quando eu precisei falar com alguém, você não estava lá."